Como usar em um projeto
Como usar em um projeto
Seção intitulada “Como usar em um projeto”Este monorepo é o boilerplate: já nasce com o manifesto/ (a fonte da metodologia) e a
.specs/ (a documentação viva do projeto) prontos. Para começar um projeto novo, basta clonar
este repositório — o manifesto e a estrutura de .specs/ já estão no lugar.
Passo a passo
Seção intitulada “Passo a passo”-
Clonar o boilerplate. O
manifesto/já vem na raiz. Ele é read-only: não se edita o manifesto dentro de um projeto. Correções e evoluções da metodologia acontecem na fonte (este repositório, na branch do manifesto) e são propagadas. -
A estrutura de docs do projeto já existe em
.specs/:Outras pastas (ex.:
.specs/model/,.specs/stack/) surgem quando uma ADR as cria — não se adianta estrutura que ainda não é necessária. -
Ajustar o
CLAUDE.mdna raiz do projeto. Já existe um, apontando para o manifesto e descrevendo o contexto operacional do boilerplate (comandos, setup, ambiente) — adapte-o ao seu projeto. -
Abrir a primeira ADR. Toda construção começa por uma ADR. O boilerplate já traz uma ADR de fundação em
.specs/adr/001-fundacao-boilerplate/como exemplo executado.
O que é universal e o que é do projeto
Seção intitulada “O que é universal e o que é do projeto”- Universal (vem do manifesto, igual em todo projeto): o fluxo de ADR, a stack obrigatória,
os padrões de
manifesto/architecture/, as regras de git e segurança. - Do projeto (nasce nas ADRs e em
.specs/stack/): regras de negócio, modelos de dados, stacks adicionais, glossário de domínio.
.specs/stack/guarda as escolhas técnicas próprias do projeto — aquilo que vai além da stack universal definida no manifesto. O nome “stack” aqui é proposital: separa o que é do projeto do que é padrão universal (manifesto/architecture/).
Criado por Joseph Trupel